Lembrete: Sorteio do livro Coisas de Menino



Olá, amigos leitores!

Gostaria de lembrar a todos que temos um sorteio ativo rolando aqui no blog, no Instagram e no Facebook. Serão dois ganhadores que vão receber exemplar do livro Coisas de Menino, de Alexandre Braios e marcadores. O livro será autografado.

Se você quer saber um pouco mais sobre a obra, confira a resenha publicada aqui no Tomo Literário.

O regulamento completo está descrito no link abaixo:

Participe e boa sorte!

Projeto Pegaí lança a 4ª edição de Contos e Crônicas do Absurdo



O Projeto Pegaí - Leitura Grátis - comemorando seu 4ª aniversário lança e patrocina a 4ª edição do primeiro livro publicado por Rô Mierling (Autora de Diário de uma Escrava) Contos e Crônicas do Absurdo.


Mais de 6.000 exemplares já estão sendo distribuídos em pontos estratégicos gratuitamente para estimar a leitura.


Esse livro vai rodar em milhares de mãos, gratuitamente, contando histórias de realidades e descobertas em um mundo não cor-de-rosa contados pela escritora dark Rô Mierling.


O lançamento oficial da 4ª edição de “Contos e Crônicas do Absurdo” está agendado para o dia 5 de julho com a presença de patrocinadores, da autora e convidados.




As Altas Montanhas de Portugal – Yann Martel



As Altas Montanhas de Portugal, é o novo livro de Yann Martel, depois de mais de quinze anos do lançamento de seu grande sucesso: As Aventuras de Pi. O livro foi publicado pela Editora Tordesilhas em 2017 com tradução de Marcelo Pen.

Sem Casa é a primeira história do livro. No ano de 1904, em Lisboa, Tomás passou por uma tragédia familiar. Para não afundar com a morte da esposa, do filho e do pai ele se dedica a estudar um diário que pertenceu ao Padre Ulisses. É nesse diário que toma conhecimento sobre uma relíquia que ao que se diz deve ser um crucifixo. Esse artefato pode abalar a igreja católica. Tomás sai em busca desse objeto nas Altas Montanhas de Portugal.

Revela o trecho do livro: “Se o objeto criado pelo padre Ulisses era o que Tomás havia inferido a partir das garatujas delirantes do pároco, então se tratava de uma artefato admirável e extraordinário. Poria o cristianismo de cabeça para baixo. Cumpriria sua vingança.”

Para que ele faça sua expedição, toma emprestado do seu tio um automóvel, que não era comum naquela época. Dessa forma, é usando o veículo que faz um longo trajeto. Muitas são as desventuras que ele enfrenta. As vivências que o personagem tem com o veículo tomam boa parte da primeira história do livro e apontam a relação do homem com a máquina.

Para Casa é o nome da segunda parte da publicação. Aqui o leitor acompanha uma história passada em 1938. Eusébio Lozora e Maria Luísa dividem o protagonismo com uma senhora de cerca de oitenta anos. Ele é médico patologista e está em pleno plantão na vida do ano de 1938 para 1939. Recebe a visita de sua esposa, uma mulher religiosa, e ganha dela um livro de Agatha Christie, a autora que ambos admiram. Maria Luísa fala da bíblia para o marido. Ela, falante como é, derrama uma enxurrada de interpretações que fez das coisas que leu. 

“Por que a Verdade emprega os instrumentos da ficção? As histórias cheias de metáforas são para escritores que tocam a linguagem como um bandolim para nos divertir, romancistas, poetas e dramaturgos e outros artistas da imaginação.” Esse trecho reflete bem o livro de Yann Martel.

Admiradora dos romances policiais da escritora inglesa ela faz uma relação de passagens bíblicas sobre a vida de Jesus com os livros policiais de Agatha Christie. A personagem vê que há correspondência, congruência, adesão e equivalência nos romances e no evangelho. De certo que os fãs de Agatha vão se encantar com essa etapa do livro.

“O triste fato é que não há mortes naturais, a despeito do que dizem os médicos. Toda morte é sentida por alguém como se fosse um assassinato, como o roubo injusto de um entre querido. E mesmo o mais afortunado entre nós se depara ao menos com um assassinato em sua vida: o próprio. É nosso destino. Todos vivermos um romance policial no qual somos a vítima.”

Após a saída de sua esposa, Eusébio recebe outra mulher de nome Maria, Maria das Dores. Esta é uma viúva que quer assistir a autópsia de seu amado Rafael. Ela conta a ele histórias sobre sua vida e sobre a perda de um filho quando tinha cinco anos de idade. Surpresas nessa etapa da história virão para o leitor, como nos romances policiais dos quais os personagens admiram. Invertendo a lógica, a mulher deseja uma autópsia não para descobrir a causa da morte, mas para descobrir a causa da vida.

Chegará o leitor então a terceira etapa do livro, que chama-se Em Casa. Aqui o leitor é levado até o ano de 1981. Peter Tony é senador no Canadá. A esposa do protagonista morre e ele enfrenta o rompimento da relação com o filho. Numa viagem, visita um centro que estuda primatas e fica encantado com Odo, um chimpanzé. Adquiri-o e resolve levá-lo dos Estados Unidos para as Altas Montanhas de Portugal, onde nasceu e onde quer viver uma vida tranqüila, ao contrário da agitada vida na política.

“Os aldeões sorriem e gargalham. O macaco estrangeiro é engraçado. Peter está satisfeito. Odo os está conquistando.”

Ele vive uma bela aventura com o seu chimpanzé. Passam os dois a viver no vilarejo em que Peter nasceu e constroem uma relação de afeto. 

As três história contadas por Yann Martel revelam personagens que tiveram perdas. Todos encararam de uma forma ou de outra a morte de entres queridos. Com tragédia e humor o autor constrói narrativas que também falam sobre fé. As jornadas que os personagens se lançam nas três etapas revelam suas vidas e a forma particular que cada um encontrou de tentar superar as dores que os afligem. Todos buscam um sentido para sua vida. Ainda que haja perdas é preciso continuar. E não podemos deixar de falar sobre a construção dessas figuras. Eles são personagens peculiares que tocarão o leitor de diferentes formas.

Se bem observarmos, em cada uma das etapas o personagem constrói uma nova relação. Primeiro com a máquina, quando o veículo é utilizado para sua jornada e muito da narrativa conta sobre como o homem está lidando com esse novo utilitário. O homem tem novas descobertas com tal invento. Na segunda temos uma relação que se constrói com o desconhecido, com a mente, com o intangível. Desde a etapa em que há comparação de histórias religiosas com histórias ficcionais até o próprio mote em que o desejo precípuo da personagem é saber qual a razão da vida do marido morto, transportado numa mala. Na terceira temos a relação do homem com o animal. A observação que as pessoas do vilarejo fazem sobre os hábitos e a forma daquele chimpanzé possibilitam que eles quebrem alguns conceitos e vejam uma forma singela de se relacionar.

Yann Martel nos dá fantasia, imaginação, criatividade, fortes sentimentos expressos em suas fábulas. As histórias se fundem, é preciso dizer. Embora pareçam independentes o leitor verificará que há elementos que as unem tornando assim uma única e maior narrativa que surpreende o leitor pela maneira bem engendrada que o escritor usou em uma poderosa história de realismo fantástico que se passa ao longo de 77 anos. É uma escrita agradável de ler, uma trama encantadora e cheia de surpresas, enfim um ótimo livro. 

O autor nos conduz positivamente com a forma como foi capaz de juntar coisas aparentemente tão desconexas. Coisa digna de grandes escritores. E há metáforas e lições que são deixadas para a reflexão do leitor. É fascinante!

Foto: Reprodução
Sobre o autor

Yann Martel nasceu na Espanha, quando seus pais canadenses estudavam na graduação. Ficou mundialmente conhecido pelo romance As Aventuras de Pi, que foi publicado em mais de cinqüenta países, vendeu mais de doze milhões de cópias e passou mais de um ano em listas de mais vendidos como a do New York Times. Martel já recebeu inúmeros prêmios literários, incluindo o Hugh MacLennan Prize for Fiction (2001) e Asian/Pacific American Award for Literature (2002).

Ficha Técnica

Título: As Altas Montanhas de Portugal
Escritor: Yann Martel
Editora: Tordesilhas
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-8419-054-6
Número de Páginas: 311
Ano: 2017
Assunto: Romance canadense

[Entrevista] Nuccia de Cicco



Bióloga, Doutora em Bioquímica, escritora, poetisa, bailarina e blogueira, Nuccia de Cicco é nossa entrevistada. A escritora publicou o livro Pérolas da Minha Surdez, tem participações em antologias e contos na Amazon e Wattpad. Mulher de várias facetas, a escritora fala ao Tomo Literário sobre carreira, livros, surdez, dança e seus projetos..Acompanhe:

Tomo Literário: Conte um pouco sobre como iniciou a sua carreira literária.

Nuccia de Cicco: Eu entrei “tarde” para a carreira, com 35 anos. Isso aconteceu porque decidi que primeiro fecharia meu doutorado em bioquímica ao invés de iniciar na literatura. Quando isso ocorreu e eu pude finalmente pesquisar melhor sobre a carreira literária, encontrei grupos de escritores, editais de antologias e cursos. No começo fiquei meio perdida, não queria começar indo direto ao livro, pois não me sentia preparada para isso. Então decidi iniciar pelas antologias e cursos mesmo. No mesmo mês em que um texto meu foi aprovado para uma antologia pela primeira vez, iniciei um curso de escrita criativa que me ensinou muitas coisas mesmo! Só um ano depois que meu primeiro livro solo estava pronto e publicado. Três cursos de escrita on-line e 10 antologias depois, estou iniciando a escrita do segundo livro que, apesar de falar um pouco sobre surdez, não é uma biografia.

Tomo Literário: Pérolas da Minha Surdez é um livro autobiográfico e que aborda o tema conscientizando os leitores. Fale um pouco sobre o livro e como surgiu a ideia de compartilhar sua própria história.

Nuccia de Cicco: Eu fiquei surda em 2007. Até 2009, eu vivia para mim e para me reencontrar. Não é fácil literalmente ter de reiniciar sua vida. Daí por diante, quando eu comecei a ser mais receptiva ao mundo, ele me mostrou que é curioso, muitas perguntas e comentários sobre surdez foram surgindo, primeiro no círculo íntimo de familiares e amigos, depois colegas mais afastados. E, por fim, os desconhecidos no meio da rua. Cada vez que eu me deparava com uma pergunta um pouco mais non-sense eu compartilhava em redes sociais. Fez tanto sucesso que uma amiga me convenceu a escrever um livro sobre isso, mas demorou para a ideia se enraizar no meu coração. O livro vai além da biografia. Sim, eu falo de mim e da minha transição do mundo ouvinte para o surdo, como é a comunicação, o processo de adaptação na carreira como bailarina, mas também apresento muitas informações sobre a língua de sinais, sobre surdos com carreiras científicas e sobre outros livros do mesmo assunto. O intuito principal sempre foi o de desmistificar a surdez e os surdos, de mostrar o quanto somos capazes e o grande mosaico que é esse mundo.

Tomo Literário:  Quais os desafios que você acredita que a sociedade deva superar para que todos entendam as demandas das pessoas surdas?

Nuccia de Cicco: O primeiro deles é a piedade. Surdos não são pobres coitados que precisam ser paparicados e ter sempre alguém que resolva seus problemas. Precisamos de alguma ajuda, sim, mas não sempre, muitas coisas poderíamos resolver sozinhos se a oportunidade fosse oferecida. E aqui entra o segundo desafio: oferecer oportunidades condizentes com a grande variedade de surdos que existem. Existem surdos que usam língua de sinais e surdos que não a usam. Surdos que falam com a voz e outros só com as mãos. Surdos que não usam aparelhos e surdos que dependem deles. Surdos que leem e escrevem em português quase perfeito e surdos que escrevem em Libras adaptada ao português. Varia muito, pois um indivíduo tem pelo menos três dessas características! E a grande maioria da população encaixa surdos em uma única categoria: “o indivíduo que não escuta, por isso não fala, e mexe as mãos de uma forma muito louca”. Por isso que é importante difundir os diferentes tipos de surdez e de surdos.

Tomo Literário: Você participou de antologias e tem contos publicados na Amazon. O que te inspira a escrever? Tem algum ritual ou alguma rotina no processo?

Nuccia de Cicco:  Eu costumo dizer que minha inspiração é como uma mulher livre que faz o que bem entende e eu que me vire! Pode acontecer nas horas mais absurdas, das situações mais inusitadas. Já tive inspiração para conto quando varria o quarto, quando estava em pé dentro de um ônibus lotado, quando vi uma imagem por acaso na internet, já sonhei com um conto, escrevi outro por apenas segurar um objeto. Pode ser sobre algo que tenha ocorrido comigo, mas também que alguém me contou ou que li. Eu anoto tudo o que posso em qualquer lugar, normalmente no bloco de notas do celular, e depois desenvolvo.


Tomo Literário: Dançar ajuda o lado escritora? Conte aos leitores um pouco sobre essa outra arte que está presente em sua vida.

Nuccia de Cicco: Até então ajudava a relaxar a mente, exceto nas épocas de concurso de dança, aí o estresse meio que dobra (risos). Eu tenho o costume de não levar nenhum problema para dentro da sala de aula de dança ou do teatro. Tudo que eu tenho para resolver, consertar, escrever, pode esperar por uma hora e meia ou um dia. Muitas vezes estou sentada escrevendo, daí travo em uma cena, então largo e danço um pouco (às vezes, leio umas páginas de outro livro). Nem sempre ajuda na cena em si, contudo alivia o cansaço mental.

Agora, no entanto, o novo livro terá uma protagonista que está na faculdade de dança. Então, sim, dançar vai me ajudar muito como escritora. 

Tomo Literário: Que livros e autores, de quaisquer gêneros literários, você indica? Por que?

Nuccia de Cicco: Pelas tranças de Hécate, poderia ficar indicando livros e autores até 2200! Vou indicar os meus (muito) queridinhos atuais (tem mais, porém não quero entrar para o Guinness, então quem quiser outras indicações pode me chamar):
1 – Stephen King – ele não é autor exclusivo do gênero terror, apesar de ser seu ícone. SK já escreveu romance e fantasia, mesmo que tenham lá suas partes assustadoras. O interessante dos livros dele é a forma como consegue conectar personagens (dentro de um livro e entre um livro e outro) e as descrições de cenas são sempre impactantes.
2 – Juliana Daglio – ela tem livros de fantasia dark e drama. Formada em psicologia, seus livros tem uma carga sentimental muito forte, você se conecta às protagonistas e vive com elas suas sensações. Todos os livros tem uma narrativa impecável que te agarra.
3 – Richelle Mead – seus livros são de fantasia (vampiros, súcubos, entre outros), misturado com romance. São livros YA, uns com toques sensuais (nada erótico!) e uma linguagem fácil. Sempre usa protagonistas femininas e são mulheres fortes que prezam amor e amizade, que lutam, porém sem desfazerem-se de si mesmas.
4 – Orfeu Brocco – escritor nacional de terror e poeta. Gosto dos livros dele também pela carga emocional que coloca em seus personagens. São praticamente anti-heróis, cheios de defeito e por isso mesmo muito mais críveis. Além disso, gosto do fato de ele valorizar o terror nacional, das lendas e folclore do Brasil. E mesmo que seja um conto ou livro de terror, há carga poética na narrativa.

Tomo Literário: Tem algum projeto literário em andamento que possa compartilhar conosco?

Nuccia de Cicco: Que autor não tem projetos em andamento? Estou finalizando um conto romântico, que deveria ter sido publicado na Amazon dia 12/06, porém decidi guarda-lo para alguns concursos (a principal exigência é ser inédito, então...). Iniciei um novo conto, baseado em uma ilustração que vi; esse é uma mistura de fantasia e suspense e envolve o folclore nacional. Além disso, como dito anteriormente, há o segundo livro que é uma fantasia urbana, com bruxas, demônios e dons inusitados. O diferencial dos meus textos mais atuais é que há um personagem surdo em todos eles, na maioria é o protagonista. Espero finalizar todos ainda este ano!

Tomo Literário: Gostaria de deixar um comentário para os leitores?

Foto: Reprodução
Nuccia de Cicco: Primeiro, gostaria de agradecer a todos pelo carinho, por acompanharem esta entrevista, pela leitura e interesse. Estou sempre aceitando dicas para novos contos e livros, então podem me enviar sem vergonha. E gostaria de fazer um pedido: quando gostarem, indiquem! A melhor forma de divulgação que temos é a indicação do leitor. Marquem as estrelinhas na Amazon e no Skoob, escrevam suas impressões, mesmo que seja uma linha. E se não gostarem também! Apenas saibam dosar as palavras: uma crítica para denegrir não nos ajuda a melhorar.
Obrigada ao Tomo Literário pelo convite! Foi uma delícia responder!

Tomo Literário: Eu é que agradeço por compartilhar e dividir suas histórias conosco.

Mais sobre a autora:

Nuccia De Cicco é apaixonada por livros, seriados, tatuagens e lambidas caninas, além de ter uma queda saudável por cafajestes. Surda desde os 27 anos, é co-autora em dez antologias e publicou o livro “Pérolas da minha surdez”, uma obra sobre luta e força de vontade. Todas as suas facetas são mostradas no blog “As 1001 Nuccias” (http://1001nuccias.blogspot.com.br).

Livro publicado:

Pérolas da minha surdez, Editora wwLivros, 2016.

Música, buzina, despertador e então... silêncio. Como se acostumar a não ter som e precisar aprender a se comunicar novamente?

As pessoas dizem verdadeiras pérolas sobre surdez, pois a maioria desconhece o assunto. Não compreendem o que é lidar com a ausência de um sentido tão importante, algo que sempre teve, sempre fez parte da sua vida, até o perder. E, então, ter de reinventar todas as suas verdades.

Nesta obra, a autora narra experiências de sua vida após o diagnóstico de surdez total irreversível, buscando ampliar o (re)conhecimento sobre o tema na sociedade. São histórias singulares, divertidas e complicadas, sobre paixões, curiosidades, tecnologias, preconceito, aprendizado e, principalmente, luta e força de vontade.

A resenha publicada pelo blog Tomo Literário está disponível aqui.


Contos disponíveis no Wattpad:

Uma vida em mil poemas.
Trata-se de uma coletânea de poesias com diversas temáticas

Contos de uma noite insólita (título provisório)
Contos de suspense, romance, paranormal, mistério, erótico, distopia, entre outros.


 
Contos na Amazon:

Lenço Vermelho - https://goo.gl/E8UPTB
Pendências - https://goo.gl/S3O2hl
Curiosidade - https://goo.gl/6pv0b6
O urso do meu vizinho - https://goo.gl/xHOKBO
Ariovaldo Teixeira - https://goo.gl/C0Ljo7

Antologias:
Ardente e Caliente conto Noite Insólita;
Através da Escuridão – conto A Prova dos Três Medos (com autora Giuliana Sperandio);
Entre Amigos – conto As Memórias de Zap.
As antologias nas quais a escritora participou podem ser adquiridas no link abaixo:

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